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A sentença reconheceu a brutalidade do crime e os agravantes presentes no caso. (Foto: Rádio Cultura)

O réu Paulo Vítor Azevedo foi condenado a 26 anos de reclusão pelo homicídio qualificado de Priscila Brenda Pereira Martins da Silva. O julgamento, presidido pelo juiz Felipe Sales Souza, ocorreu em Catalão (Goiás), começou na segunda-feira (17), às 8h30, e foi finalizado na terça-feira (18), por volta das 18h. A sentença reconheceu a brutalidade do crime e os agravantes presentes no caso.

A condenação refere-se ao homicídio qualificado, praticado, segundo o Conselho de Sentença, por motivos fúteis e com extrema frieza. A vítima tinha 14 anos à época do crime, fato que também influenciou a decisão. O ocorrido, em 2012, envolveu o acusado, que, conforme a sentença, matou Priscila Brenda de forma covarde e premeditada.

O tribunal reconheceu ainda a ocultação de cadáver, mas o crime foi considerado prescrito, já que Paulo Vítor tinha menos de 21 anos na época do fato. A pena final de 26 anos de reclusão incluiu agravantes como violência contra a mulher e qualificadoras como o uso de meio que dificultou a defesa da vítima.

Além disso, o juiz determinou a prisão de testemunhas que prestaram falso testemunho e ordenou averiguações imediatas sobre os depoimentos colhidos durante o processo.

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