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Joyce contou que Ana Vitória trabalhava havia três anos no restaurante e que, na época do crime, estava namorando há pouco tempo. Segundo ela, a jovem era muito querida na cidade onde morava, em Davinópolis. (Foto: G1 Goiás)

A família de Ana Vitória Pereira Alves, funcionária que foi morta pela dona de um restaurante condenada a 12 anos de prisão, se revoltou com a pena determinada pela Justiça. Adriana Alexina Leal Borges André confessou ter matado a jovem de 19 anos por ciúmes, após encontrar indícios de que ela teria tido um caso com seu marido, em Catalão, no sudeste goiano.

“Pelo que ela [Adriana] fez, de forma covarde e premeditada, a condenação foi pouca. Ela pegou 12 [anos], mas só vai cumprir 6. Hoje, nosso sentimento é de impunidade, porque o julgamento aconteceu faltando poucos meses para completar sete anos [do crime]. Durante esse tempo até o julgamento, ela ficou em liberdade. Muito tempo para pouca Justiça”, disse a irmã da funcionária, Joyce Alves.

Joyce contou que Ana Vitória trabalhava havia três anos no restaurante e que, na época do crime, estava namorando há pouco tempo. Segundo ela, a jovem era muito querida na cidade onde morava, em Davinópolis.

“Era conhecida por todos e, ao mesmo tempo, amada tanto pela família quanto pelos amigos. No dia, Davinópolis parou! Ela era uma menina cheia de sonhos e, infelizmente, teve a vida interrompida por uma tragédia. Hoje, temos uma família triste e vazia com a falta dela”, desabafou.

Ana Vitória era a irmã do meio entre três e havia acabado de conquistar a casa própria, “mas, infelizmente, não chegou a morar nela. Estava tentando começar a vida e conquistar sua independência”, disse Joyce. A jovem queria cursar faculdade de Educação Física ou Nutrição.

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